
eu vejo a gente correndo em volta
correndo depressa seguindo a sim mesma
eu vejo sapatos cegos se confundindo nas calçadas
vejo mendigos cuspindo palavras sem fólego
uma chuva cair perpetuante
deixando distante tudo o que não sou eu...
vejo edificios perplexos
querendo sair do chão, mas a gente não deixa
eles são refens das calçadas que são escravas das ruas que são o lar dos loucos...
consecuentemente, os predios são dos loucos...
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