tão parecidos
tão secretamente separados
tão raros
viernes, marzo 03, 2006
viernes, enero 20, 2006

gosto de sentar no meio do caos quietinho
observar a armonía absurda da cidade
lembra uma sinfonía
sento no café
parece que não estou
ninguem me ve
mas eu compreendo sem ninguem suspeitar
a sincronicidade perfeita e maluca das coisas
observo o carro que para
gestos presurosos
um beijo sugerido com um movimento da mão
não da tempo, aliás tudo "interruptus"
o café tb...
jueves, enero 19, 2006
martes, enero 10, 2006
viernes, enero 06, 2006

no dia em que vi por primeira vez luz
eu todo entendía sem coomprenssão
como se estivesse no ultimo estagio
como se o inicio fosse um livro sem letras
escrito por estrelas
eu sem saber que ja sabía
ansiava desvendalo
agora que sei que ja soube
não mais me exita apreender.
o último mestre de Siddhartha
um rio, e claro, rios não falam
pelo menos não com palavras,
se o fazem, debe ser na lingua dos rios
mas, com quem ele fala?
será que fala com as margens,
com a erva, arvores e com a terra
que mesmo sem escutar le entendem
pois essas palavras vivas vem da mais profunda
honestidade.
viernes, diciembre 16, 2005
não vejo nada tão obvio
que não valha o risco
que não valha uma locura...
eu gosto do risco
gosto de coisas simples....
um gesto espontáneo e quasi imperceptibel,
como um descuido.
não vejo nada tão importante
que não se permita o afeto
nada tão serio que mereça ser levado
tão a serio
nem nada tão profundo
que la no fundo fosse o fim do mundo...
ne?
que não valha o risco
que não valha uma locura...
eu gosto do risco
gosto de coisas simples....
um gesto espontáneo e quasi imperceptibel,
como um descuido.
não vejo nada tão importante
que não se permita o afeto
nada tão serio que mereça ser levado
tão a serio
nem nada tão profundo
que la no fundo fosse o fim do mundo...
ne?
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